La Partita Di Pallone

Anunciando que em comum acordo com os meus irmãos, este blog mudará o nome de "Santo Drible!" para "La Partita di Pallone", em alusão a famosa música da cantora italiana Rita Pavone, o seu primeiro single e grande sucesso, lançado em 1962. Abaixo postarei o vídeo e a letra com tradução dessa canção que cita algo que amamos tanto:


Partida de Futebol (La Partida Di Pallone)
Porqué porqué
no domingo me deixas sempre sozinha
Para ir a ver a partida
De futebol,
Porque, porque,
Uma vez não me levas também.
Quiçá, quiçá
Se é verdade que vai ver o teu time,
O se ao contrário tu me deixas com a desculpa
Do futebol,
Quiçá, quiçá
Se me dizes uma mentira ou a verdade.
Mas um dia te seguirei
Porque tenho umas duvidas
Que não me deixam dormir.
E se descobrir eu poderei
Que queres me tapear
Dá mamãe voltarei.
Porque, porque,
No domingo me deixas sempre sozinha
Para ir a ver a partida
De futebol,
Porque, porque,
Uma vez não me levas também
Uma vez não me levas também!

domingo, 20 de junho de 2010

Deus e sua anatomia no futebol

Foto: Lancenet

Olhe só você. Sempre criticamos muito nossos hermanos por causa da tal mano de Dios. Hoje, já era. Certo, houve aquela Copa América em que Túlio Maravilha (aliás, abraço carinhoso de todo santista vivo e morto para o agora atuante parlamentar da região Centro-Oeste) também deu um tapinha na bola contra os argentinos.
Mas dessa vez, Deus deu-nos mais o ar de Sua graça! Ao invés de uma simples mano nos deu um brazo, digo braço. Glória a Deus nas alturas! Em bom português.

Claro que foi um golaço. Dois chapéus mais o drible de corpo. Não quero ser estraga prazer. Mas o detalhe da conversa de Luis Fabiano com o fraco árbitro Stephane Lannoy (FRA) foi uma graça. Dessa vez terrena e não de Dios, digo de Deus. Deem uma conferida nos melhores momentos.


De qualquer forma o Brasil cravou seu favoritismo. É sempre assim. Cansamos de ver mas mesmo assim gostamos de ficar criticando sabendo que não muda: somente frente a um adversário forte é que uma equipe forte, como o Brasil cresce. É certo? Não, não é. O melhor exemplo é o Santos desse primeiro semestre. Pintou um peso-mosca e você é um peso-pesado... bom, azar da mosca. Ou melhor do mosca.

Claro que a Costa dos falecidos donos dos mafins, não é aqueeeeeele adversário mas é um bom time, muito forte fisicamente e tem Drogba. Esse apareceu pouco, isolado. Teve duas chances. A primeira foi quase, a segunda, caixa. Sou grande fã de seu futebol. Primeiro africano a marcar gol no Brasil. No mundial passado marcou só um gol: na Argentina. Só em gigantes.

Estamos próximos do fim da enfadonha mas necessária primeira fase. O Brasil parece que começa a melhorar como já era previsto. Assim como Kaká. Estupidamente expulso. Como estupidamente nem amarelo levou o jogador Tiotê que quase arranca a perna do sempre eficiente e incansável Elano (Menino da Vila 2.0). Uma vergonha para a arbitragem, entre outras.

Como todos sempre souberam, somos sim favoritos ao hexa. Querendo ou não. Gostando ou não. No caso de não gostar, eu sei. A culpa é do Dunga. Anão mais estranho da turma da Branca de Neve. Na estória não fala absolutamente nada. Na Seleção fala demais. Do jeito errado. E o que não deve.
Tá bom, tá bom ainda é cedo mas já vão se preparando para um: - Vocês vão ter que me engolir!!! Versão reloaded.

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