La Partita Di Pallone

Anunciando que em comum acordo com os meus irmãos, este blog mudará o nome de "Santo Drible!" para "La Partita di Pallone", em alusão a famosa música da cantora italiana Rita Pavone, o seu primeiro single e grande sucesso, lançado em 1962. Abaixo postarei o vídeo e a letra com tradução dessa canção que cita algo que amamos tanto:


Partida de Futebol (La Partida Di Pallone)
Porqué porqué
no domingo me deixas sempre sozinha
Para ir a ver a partida
De futebol,
Porque, porque,
Uma vez não me levas também.
Quiçá, quiçá
Se é verdade que vai ver o teu time,
O se ao contrário tu me deixas com a desculpa
Do futebol,
Quiçá, quiçá
Se me dizes uma mentira ou a verdade.
Mas um dia te seguirei
Porque tenho umas duvidas
Que não me deixam dormir.
E se descobrir eu poderei
Que queres me tapear
Dá mamãe voltarei.
Porque, porque,
No domingo me deixas sempre sozinha
Para ir a ver a partida
De futebol,
Porque, porque,
Uma vez não me levas também
Uma vez não me levas também!

sábado, 12 de junho de 2010

Erros do passado nem sempre são assimilados

Os links abaixo fazem um paralelo entre do lendário goleiro Tuffy o "Xodó da Fiel" e Fábio Costa a "Fera da Vila". Mas antes de ser o xodó corintiano, Tuffy foi o grande arqueiro de Vila Belmiro. Fez parte do famoso time peixeiro do ATAQUE DOS 100 GOLS (em 16 jogos) de 1927. Juntamente com Feitiço, um dos artilheiros daquele time.

O título do post faz referência em parte à atitude da diretoria santista em episódio ocorrido no ano já citado. Foi em um jogo entre a Seleção Carioca x Paulista (de grande importância na época), jogado no estádio das Laranjeiras. Houve um pênalti à favor dos cariocas. Os paulistas, liderados por Feitiço não queriam deixar a cobrança ser realizada. Durante o bate boca, o presidente da República Washington Luiz, que estava no estádio, mandou um representante ao campo com a seguinte ordem: - Sua Excelência ordena que se reinicie a peleja.
Sem pestanejar, Feitiço deu de bate pronto: - Diga a sua Excelência que ele manda no Catete; aqui, quem manda somos nós!


Por este fato, Feitiço foi suspenso do time praiano. Tuffy em solidariedade ao companheiro também se retirou do time de Vila Belmiro. Depois, o Santos "perdoou" o atacante, mas Tuffy não aceitou a postura frouxa e como se diz na gíria, traíra dos santistas. Tranferiu-se pro Corínthians. Tornou-se ídolo.

Contei essa história pois o outro sentido do título supracitado, é sobre o que ocorre com outro goleiro, que também é ídolo no Santos, também temperamental, muito bom técnicamente e sai de Santos com o dedo torto da diretoria (de novo!): Fábio Costa. Que também tem seu apelido: Fera. Após a matéria sobre Tuffy, o Satanás, acompanhem também a outra, esta falando sobre A Fera da Vila, em que este declara que sua história na Baixada ainda não acabou. Espero realmente que não. Veremos e (nada contra "Satanás"), oremos.


1928: Satanás, ídolo e muralha corintiana, LANCEPRESS! - Tuffy, mais conhecido como Satanás, foi o primeiro goleiro xodó da torcida

Fábio Costa: ‘Minha História no Santos não acabou’, LANCEPRESS! - Goleiro evita polêmica, mas questiona não ter sido aproveitado

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